Mr. Darcy & Elizabeth em Death Comes to Pemberley

Eis o primeiro still de Matthew Rhys e Anna Maxwell Martin como Mr. Darcy e Elizabeth em Death Comes to Pemberley. A série não tem data certa de estreia ainda, mas será em 2014 na Inglaterra. O que acharam? Esteticamente eles não ainda não são Darcy e Elizabeth, acho que só vai acontecer assistindo a série.

Matthew Rhys e Anna Maxwell Martin como Mr. Darcy e Elizabeth em Death Comes to Pemberley

Matthew Rhys e Anna Maxwell Martin como Mr. Darcy e Elizabeth em Death Comes to Pemberley


Death Comes to Pemberley – Notícias

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Chatsworth House, a mansão que serviu de cenário para Pemberley no filme Orgulho e Preconceito de 2005 está novamente servindo de cenário para a famosa casa de Mr. Darcy. Dessa vez a casa está sendo usada para as filmagens da série da BBC Death Comes to Pemberley, adaptado do livro de P.D. James. Já foram divulgadas algumas imagens das filmagens.

Matthew Rhys caracterizado como Mr. Darcy.

Matthew Rhys caracterizado como Mr. Darcy.

Matthew Goode como Mr. Wickham

Matthew Goode como Mr. Wickham

 

Lydia

Lydia

Cena com Lydia Wickham

Cena com Lydia Wickham

Mr. Darcy e Coronel Fitzwilliam. Um ponto que não agradou aos fãs, pois o Coronel Fitzwilliam é bem mais alto que Mr. Darcy.

Mr. Darcy e Coronel Fitzwilliam. Um ponto que não agradou aos fãs, pois o Coronel Fitzwilliam é bem mais alto que Mr. Darcy.


Séries da BBC – LogOn

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A pedido da leitora Gloria, estou postando esta lista de todas as séries da BBC (e algumas da ITV) disponíveis em DVD legendado em português pela LogOn. Todos podem ser encontrados nos sites da Livraria Cultura e Saraiva. Os box de autores como Jane Austen, Elizabeth Gaskell e Charles Dickens tem preços melhores do que comprar o DVD individual. No momento estou namorando o box do Charles Dickens… Caso tenha esquecido de algum, por favor me avisem para acrescentá-lo a lista.

Jane Austen:

- Orgulho e Preconceito 1995

- Emma 2009

- Razão e Sensibilidade 2008

- Persuasão 2007

- Mansfield Park 2007

- A Abadia de Northanger 2007

- Miss Austen Regrets (vem junto com Razão e Sensibilidade geralmente)

 

Elizabeth Gaskell:

- Norte e Sul

- Cranford

- Retorno à Cranford

 

Charles Dickens:

- Oliver Twist

- Little Dorrit

- Grandes Esperanças

- Bleak House

 

Charlote Brontë

- Jane Eyre

 

Outras séries:

- Madame Bovary

- Mulheres Apaixonadas

- Life on Mars

- Sherlock

- Doctor Who

- Intrigas de Estado

 

 

 


Ripper Street – BBC 2013

538432_543810848963418_1193067101_nOntem à noite assisti ao primeiro episódio de Ripper Street, a nova série do nosso querido Matthew Macfadyen. A história se passa em Londres, em 1889, após os assassinatos de Jack O Estripador. Matthew é o detetive- inspetor Edmud Reid, responsável por manter a ordem no distrito de Whitechapel, depois de um tempo tumultuado para Londres devido aos assassinatos.

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Eu estava com saudades de ver algo novo com o Matthew, e como Anna Karenina ainda vai demorar um pouco mais para chegar aqui no Brasil, a nova série foi uma boa pedida. Mas já antecipo que a temática é bem pesada e algumas cenas são de embrulhar o estômago. Acho que a melhor definição para a série seria a de um CSI da época vitoriana. Para quem está acostumado com séries policiais e médicas acho que não vai ter problema, mas eu sou meio fresca para essas coisas. Mas, enfim.. tudo pelo MM. No mais, gostei do primeiro episódio, e sem dúvidas assistirei aos outros. Como tudo da BBC, muito bem feito. E o Mattew maravilhoso como sempre… aquela voz… :) Segundo o IMDB a série tem 7 episódios no total, que serão exibidos semanalmente.

Eu baixei o primeiro episódio legendado em porrtuguês através deste link: Ripper Street Acredito que os demais episdios irão ser postados nesse site também.

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Little Dorrit – DVD Legendado já em pré-venda

Para quem estava ansiosa por esse lançamento chegou a hora! Já está em pré-venda na Livraria Cultura o DVD de Little Dorrit legendado em português pela Log On. Me surpreendi com o preço, R$ 69,90, já que a série tem mais capitulos que as demais, achei que seria mais caro.

O lançamento é 25/04, mas já pode encomendar agora!

 


Perfect Strangers – BBC 2001

 Uma reunião da enorme família Symon é relutantemente atendida pelo empresário falido Raymond, sua esposa Esther e seu filho Daniel. Raymond não teve nenhum contato com a família por algum tempo e seu pai era considerado como a ‘ovelha negra’. Chegando ao hotel, Daniel conhece seus primos Charles e Rebecca, e é fascinado por sua atitude sofisticada e cínica. Daniel e sua família são convidados a conhecer Stephen, o arquivista da família, que tem algumas fotografias para eles verem. Uma delas é uma foto de Daniel vestido como um príncipe em pé sobre uma escada. Outra é uma foto de Raymond como um menino rindo de seu pai realizando algum tipo de dança. Há pouca informação disponível sobre as fotografias, mas Daniel está determinado a descobrir mais. Ele é levado por Rebecca e Charles para ver uma casa de família, que ele percebe ser o local onde sua fotografia como “príncipe” foi tirada. Aos poucos Daniel fica conhecendo as histórias de alguns membros de sua família, como Stephen, cuja mãe foi uma judia que sobreviveu à guerra, e duas parentes idosas que viveram como selvagens escondidas nas florestas durante a guerra. Rebecca pede a Daniel para atuar como um intermediário entre ela e Alice, e ele mais tarde descobre que o problema entre elas está relacionado com o terceiro filho, Richard, que morreu num acidente de trem e que foi omitido da árvore genealógica. Alice afirma que foi um erro material, mas Rebecca acredita que foi de propósito. Ele descobre que Alice, que era como uma mãe para Rebecca, Charles e Richard quando eram jovens, sente-se parcialmente responsável pela morte de Richard, depois que ele tornou-se doente mental. Daniel então decide intervir e tenta uma reconciliação em uma festa de família, mas as coisas não acontecem como ele espera. Por fim, Daniel e seu pai descobrem a história por trás de suas fotos, e como elas estão conectadas.

 Família. É disso que fala ‘Perfect Strangers’. O mistério a respeito da foto de Daniel vestido como príncipe é o que desperta a curiosidade à princípio. Mil possibilidades passaram pela minha cabeça (algumas bem sinistras) sobre as circunstâncias na qual ela foi tirada, já que nem o pai nem a mãe dele jamais viram a tal fotografia, nem sabem onde e quando foi tirada. Daniel, que é curioso e observador, aos poucos vai descobrindo pistas e juntandos peças para desvendar esse mistérios, e enquanto isso vai conhecendo o passado de alguns de seus parentes presentes na reunião. Eu venho de uma família grande, devo ter uns 30 primos, e isso só contando primo-irmãos (só Deus sabe quantos mais existem por aí que eu nunca nem ouvi falar), e ao assistir a série fiquei me perguntando como seria uma reunião desse tipo na minha família. Quantos esqueletos iriam sair do armário? Acho que seria melhor nem saber…

Matthew Macfadyen mais uma vez, perfeito. Sou suspeita para falar, mas o que eu posso fazer se cada trabalho que assisto com ele supera minhas expectativas? Daniel mostra ao mesmo tempo uma arrogância por pensar que pode consertar tudo, e insegurança ao interagir com os outros pela relativa inferioridade financeira de sua família. E o que dizer de Michael Gambon? O homem realmente sabe atuar, prova disso é a cena do ‘karaokê familiar’ de Raymond. Para quem não associou o nome a pessoa, ele já foi Mr. Woodhouse em Emma 2009, Mr. Holbrook em Cranford 2007 e Squire Hamley em Wives and Daughters em 1999, mas talvez seu papel mais famoso seja o de Professor Albus Dumbledore nos filmes Harry Potter (que eu nunca assisti). O resto do elenco também não decepciona, com destaque para Toby Stephens, que apesar de não ser lindo, é um dos atores mais charmosos que já vi atuar. A série tem um ritmo um pouco lento, mas eu não me incomodo com isso, e gostei muito. A série tem média 8.1 no IMDB, o que é considerado muito bom.

Para quem se vira sem legendas os três episódios estão disponíveis no youtube: Ep. 01, Ep 02, e Ep 03.

Para baixar em avi + legenda aqui: Episódio 1Episódio 2, Episódio 3 e Legendas (3 episódios)


Box O Melhor de Jane Austen

A LogOn está lançando mais um box de séries da BBC baseadas nos romances de Jane Austen. Dessa vez o box contém os seguintes títulos: Orgulho e Preconceito 1995; Emma 2009; Razão e Sensibilidade 2008, Persuasão 2007 e Miss Austen’s Regrets. Eu já tenho todos esses títulos comprados em outro box e individualmente, mas para quem ainda não tem é um bom investimento. Comprados individualmente o total seria R$ 219,60 e o box está a venda por R$ 179,90 no site da livraria Saraiva.

Estou aguardando a entrega do meu DVD de Persuasão, minha aquisição mais recente, e espero não me decepcionar com a qualidade da imagem como ocorreu com Norte e Sul.


The Crimson Petal and the White – BBC 2011

Sugar é uma prostituta cuja reputação de sensualidade a precede; sedutora e muito procurada pois ela ‘nunca decepciona’. Sua inteligência e sagacidade a distinguem – ela é autodidata e ambiciosa. Tendo passado anos à mercê dos homens, Sugar anseia por uma vida melhor e almeja a liberdade de fazer uma vida usando seu cérebro em vez de seu corpo. Nas horas vagas, Sugar escreve um obscuro romance gótico em que uma prostituta se vinga de todos os homens que fizeram mal à ela – um tema que tem ameaçado se infiltrar na realidade. William Rackhan é um homem egoísta que se recusa a participar dos negócios de seu pai no ramo da perfumaria. William é um escritor fracassado e cheio de dívidas, e tem a pressão de cuidar de sua esposa que sofre de doença mental e piora a cada dia. A vida tem pouca alegria para William até que ele conhece Sugar e é imediatamente enfeitiçado por ela. Sugar incentiva William a cuidar dos negócios da família dizendo à ele que ‘tudo vira arte nas mãos de um artista’, e ele segue o conselho dela com sucesso. Com o passar do tempo, Sugar se torna cada vez mais parte da vida de William, chegando ao ponto de ir morar na casa dele como governanta de sua filha, e desenvolvendo uma ‘amizade’ com Agnes, a esposa louca, que acredita que Sugar é um anjo que veio resgatá-la.

Essa série é diferente de tudo que eu já vi em matéria de séries de época da BBC. The Crimson Petal and the White mostra o lado obscuro, cruel e libertino da Inglaterra Vitoriana. Essa série tem cenas fortes e perturbadoras, começando nos primeiros minutos quando Sugar vai a um local imundo a procura de uma amiga prostituta que foi espancada por dois homens, e à medida que ela vai passando pelos quartos do local são mostradas as outras prostitutas trabalhando. A nudez é uma constante na série, tendo até um nú frontal do personagem William Rackham. Apesar de muito diferente do que costumo assistir, eu gostei dessa série justamente por mostrar o lado proibido da sociedade daquela época. Sugar é extremamente manipuladora, e usa William para melhorar de vida, mas quem culparia uma mulher que foi forçada à prostituição desde os 13 anos de idade pela própria mãe, sofrendo nas mãos de todo tipo de homem imundo que aparece? No livro que está escrevendo ela descreve vários tipos de tortura que a personagem inflinge sobre suas vítimas, como meio de vingança pelo mal que causaram a ela, e ficamos em dúvida se Sugar vai colocá-las em prática em algum momento. Também fiquei em dúvida sobre as reais intenções dela ao se aproximar da esposa de William; se ela estava realmente tentando ajudá-la, ou deixá-la cada vez mais louca para que William continuasse a buscar refúgio em seus braços. A pobre louca, Agnes, além se sofrer com sua doença mental, também é atordoada pelas visitas do médico, Dr. Curlew, que pratica exames bastante inapropriados nela.

Sou uma pessoa bastante curiosa e uma pergunta que há muito tempo esteve na minha cabeça veio à tona novamente com essa série; como as prostitutas faziam para não engravidar naquela época? Já fiz até uma pesquisa há um tempo atrás sobre métodos contraceptivos no século 18 e 19, e achei vários tipos de esquisitices mas não achei nada que fosse muito praticável.

O elenco conta com Romola Garai (Emma 2009) como Sugar; Cris O’Dowd (The IT Crowd) como William Rackham; Amanda Hale (Mary Musgrove em Persuasão 2007) como Agnes Rackham e Gillian Anderson (Scully em Arquivo X) como a Sra. Castaway. Link para baixar: The Crimson Petal and the White


The Tenant of Wildfell Hall – BBC 1996

Uma jovem viúva misteriosa chega com seu filho a Wildfell Hall, uma mansão que está vazia por muitos anos. Uma fonte de curiosidade para a pequena comunidade, a reticente Sra. Graham e seu jovem filho Arthur são lentamente arrastados para os círculos sociais da vila. Entre os habitantes está Gilbert Markham, um fazendeiro vizinho de Wildfell que corteja casualmente Eliza Millward. Seu interesse por Eliza diminui quando ele vem a conhecer a Sra. Graham. Em retribuição, Eliza espalha (e talvez se origina) boatos escandalosos sobre Helen. Gilbert se recusa a acreditar nas fofocas, mas um dia vê Helen na companhia do Sr. Lawrence, que ele acredita ter um envolvimento amoroso com ela. Tomado de ciúme, Gilbert confronta e agride Lawrence, que depois descobre ser irmão de Helen. Finalmente ela resolve contar toda a verdade sobre seu passado para Gilbert através de seu diário, que ela dá para ele ler. Em seu diário Helen escreve sobre o declínio físico e moral de seu marido, Arthur Huntingdon, através do álcool e do mundo de devassidão e crueldade do qual ela fugiu. Helen conheceu o charmoso e ousado Arthur quando tinha 18 anos, e apesar das advertências da tia sobre o caráter dele, casou-se com ele mesmo assim. Logo após o casamento ela descobre a real personalidade do homem com quem se casou.

Anne Brontë talvez seja a menos famosa das irmãs Brontë, Emily (O Morro dos Ventos Uivantes) e Charlotte (Jane Eyre), mas o estilo de escrita é parecido. The Thenant of Wildfell Hall (A Moradora de Wildfell Hall em português) é considerado um dos primeiros romances feministas; a personagem principal, Helen, é espirituosa e sincera, sem medo de falar o que pensa e censurar o marido. Em uma época que as mulheres juravam ‘obedecer’ ao marido nos votos de casamento, elas eram condenadas a serem propriedades deles pelo resto da vida, não importanto o quão terríveis fossem. O marido de Helen é o que hoje nós chamamos de bi-polar. Em um momento carinhoso e no momento seguinte frio e perverso. E ela realmente ama ele, agüenta a indiferença e as humilhações, mas quando ele direciona sua perversidade para o filho, usando ele para torturar Helen, ela resolve deixá-lo.

Eu não tinha muitas expectativas com relação a essa série, fora ver o Toby Stephens (Mr. Rochester – Jane Eyre 2006), mas não me decepcionei. Eu ainda não li o livro, por isso não tenho como comparar a fidelidade com a obra original. A única coisa que eu sei é que o livro é narrado em forma de uma carta de Gilbert para o seu cunhado sobre como conheceu sua esposa.

Toby Stephens não me decepcionou também, ele está muito charmoso como Gilbert Graham. A personagem Helen não inspira simpatia no início, mas aos poucos vamos descobrindo os motivos por trás da atitude severa e reservada que só Gilbert consegue transpor. Mas ela realmente dá nos nervos no amor incondicional ao marido, e mesmo depois de tudo que ele fez para ela e o filho, ela volta para cuidar dele quando ele fica doente. Por um momento quase achei que não ia ter final feliz, mas ainda bem que estava errada.

Como o objetivo desse blog é compartilhar, aqui vai o link para download da série: Episódio 1,  Episódio 2Episódio 3 (as legendas não são muito fiéis, mas dá para entender). Ou aqui: http://www.seriesuk.biz/search/label/The%20Tenant%20of%20Wildfell%20Hall


Daniel Deronda – BBC 2002

Daniel Deronda contém duas tramas principais unidas pelo personagem-título. O romance começa com o encontro de Daniel Deronda e Harleth Gwendolen. Daniel se vê atraído pela bela, teimosa e egoísta Gwendolen. A partir deste ponto, o enredo quebra em dois flashbacks separados, um que nos dá a história de Gwendolen Harleth e um de Daniel Deronda. Após a morte do padrasto de Gwendolen, ela e sua família se mudam para uma nova vizinhança; e é lá que ela conhece Henleigh Mallinger Grandcourt, um homem taciturno e calculista, que propõe casamento à ela. A princípio ela está inclinada a aceitá-lo, mas ela se afasta dele ao descobrir que ele tem vários filhos com sua amante, Lydia Glasher.

Deronda foi criado por um cavalheiro rico, Sir Hugo Mallinger. A relação entre Deronda e Sir Hugo é misteriosa e acredita-se que ele é filho ilegítimo de Sir Hugo, embora ninguém sabe ao certo. Deronda é um homem inteligente, alegre e compassivo que não consegue decidir o que fazer com sua vida. Um dia ele está remando um barco pelo rio Tamisa e resgata uma jovem judia, Mirah, de tentar afogar-se. Ele a leva para a casa de amigos dele, e descobre-se que Mirah é uma cantora. Ela veio a Londres para procurar sua mãe e irmão depois de fugir de seu pai, que a seqüestrou quando ela era uma criança. Movido por sua história, Deronda compromete-se a ajudá-la a procurar por sua mãe e seu irmão e por isso ele é apresentado a comunidade judaica de Londres. Enquanto isso, a fim de salvar a si mesma e a sua família da pobreza relativa, Gwendolen se casa com o rico Grandcourt, a quem ela acredita que pode manipular para manter sua liberdade para fazer o que ela gosta, mas depois do casamento ela descobre que ele é frio, cruel e manipulador.

 Aproveitei que a minha internet resolveu me desertar a maior parte deste fim de semana para assistir algumas séries e filmes que eu estava adiando a tempos e Daniel Deronda era uma delas. A principal atração da série para mim era Hugh Dancy (Grigg em O Clube da Leitura de Jane Austen). Mas tem outro Hugh que rouba a cena nessa série, Hugh Boneville. Ele é muito pouco conhecido por aqui, mas para quem gosta de Jane Austen ele é figura fácil. Ele já foi Mr. Bennet em Lost in Austen, Mr. Rushworth em Mansfield Park 1999, e o Rev Bridges em Miss Austen Regrets. Geralmente ele faz papéis mais leves e simpáticos, e para mim foi uma surpresa de ver ele como o cruel Grandcourt; e é claro que ele o fez muito bem. O rosto dele é tão frio e sem expressão que é muito mais perturbador do que se ele demonstrasse raiva ou perversidade. A Gwendolen é fria e egoísta, mas eu fiquei com pena dela na noite de núpcias; nenhuma mulher merece ser tratada daquela maneira, por mais que tenha causado a própria desgraça. E Daniel Deronda é praticamente um santo, sempre ajudando a todos, e eu achei que o sentimento que ele tinha por Mirah era mais fraternal e protetor e que era por Gwendolen que ele estava apaixonado. Ainda bem que eu estava errada, pois Gwendolen não merecia alguém como o Daniel. Com certeza ele acabaria dominado por ela…

Devo confessar que a série não era bem o que eu imaginava, mas de ótima qualidade como tudo que a BBC faz. Link para baixar:


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