O Holy Night – Fanfic

Como eu tinha prometido, vou traduzir algumas fanfics de Natal, e essa é uma delas. O enredo: Depois da recusa de Elizabeth, Darcy se retira para Pemberley. Georgiana toma o assunto em suas próprias mãos, convidando Elizabeth e os recém-casados Bingleys ​​para o Natal. O Darcy dessa fic tem uma alma um pouco mais torturada do que o original, e talvez não agrade a todas. Não sei bem como classificar essa fic, eu diria 16 anos. Não tem conteúdo que eu chamaria de adulto , mas também não é totalmente inocente. Regência. Clique para ler: O Holy Night


‘quote’ – Jane Austen

 

 


Sonhos de Shakespeare – Fanfic

Um pouco de romance entre Darcy e Elizabeth para animar a segunda-feira. Uma ótima semana a todos! 😉 Moderna, classificação livre.

Clique para ler: Sonhos de Shakespeare


Colin Firth no SNL

Para quem nunca ouviu falar do Saturday Night Live, é um programa de humor americano no ar há mais de 30 anos, que todo sábado tem artistas convidados fazendo quadros engraçados. Eu sempre adorei o programa, mas não tenho mais acompanhado as temporadas recentes pois passa muito tarde; adoro ver os atores tirando sarro de si mesmos nos quadros do programa. Adorei a abertura do programa do Colin Firth, e é claro que não podiam deixar Mr. Darcy de fora dessa. Quando assisto coisas desse tipo, acho difícil de acreditar que o Colin não gosta quando fazem referências ao Mr. Darcy, pois se fosse assim acho que ele teria se recusado a mencionar no programa. Esse episódio é 2004.


Confissão do Dia (3):

Estou cansada de me sentir como todas as heroínas antes encontrarem a felicidade. Onde está o meu final feliz?

E final feliz sequer existe? Na verdade às vezes acho que deveria parar completamente de ler romances. Em dias que bate aquela deprê (como hoje), eu culpo os romances por me fazerem sonhar com algo que não é possível no mundo real. Mas sei que não sou capaz de deixar meus livros de lado, afinal eles são meu único consolo contra a realidade da vida. Enfim, acho que todo mundo se sente assim de vez em quando, e hoje foi meu dia.

“Sofre mais quem espera sempre ou quem nunca esperou ninguém?” Pablo Neruda


Uma Segunda Chance – Fanfic

Queria ter feito este post ontem , mas tive algumas dificuldades técnicas e fiquei sem computador por um tempo. O enredo: e se depois da proposta mal sucedida em Hunsford, Darcy milagrosamente tivesse a oportunidade de reviver seu primeiro encontro com Elizabeth? E se ele tivesse a oportunidade de corrigir seu comportamento na assembléia de Meryton? Ele seria capaz de conquistá-la sem o orgulho e o preconceito no caminho? Espero que gostem! Regência, classificação livre.

Clique para ler: Uma Segunda Chance

 


Sparkhouse – BBC 2002

  Carol vive na falida fazenda Sparkhouse com seu pai bêbado abusivo, e irmã mais nova, Lisa. A mãe deixou a família para viver com outro homem. Do outro lado do morro moram os Lawtons, uma família de classe média – Andrew, e seus pais Paul e Kate. Carol e Andrew foram inseparáveis desde a infância. No início do drama, eles tem 18 anos e estão apaixonados, um amor que é cru, urgente e poderoso. Ela é briguenta, irresponsável e vive envolvida em problemas. Por causa disso, os pais de Andrew fazem de tudo para mantê-los afastados, pois acreditam que Carol não é boa influência para seu filho. O pai de Andrew também sabe de segredos do passado de Carol que usa para tentar separá-los. Andrew, inseguro e egoísta acaba se deixando levar pelos desejos da família e se afasta de Carol, mas os dois nunca deixam de pensar um no outro. A história abrange cerca de 5 anos, e segue as tentativas de Carol e Andrew para ficarem juntos, apesar de numerosos obstáculos.

Dois motivos me levaram a assistir essa série. Primeiro o mais superficial: Richard Armitage está nela. Segundo: no IMDB informava que era uma adaptação moderna de o Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brontë. Sparkhouse não é uma simples modernização do romance de Emily Bronte, mas baseia-se em personagens e temas dessa história. Carol Bolton é Heathcliff, enquanto Andrew Lawton é Cathy. Eu já declarei antes que eu não acho O Morro dos Ventos Uivantes nada romântico, e que o que Cathy e Heathcliff sentiam um pelo outro não era amor, mas sim uma obsessão. O mesmo é verdade para a história de Carol e Andrew, que tinham uma relação doentia. Ela chega a enforcar o cachorro da família dele! (Matem o elenco todo mas não matem o cachorro! – esse é o meu lema). Fora essa relação, o resto do enredo não tem uma inspiração direta em O Morro dos Ventos Uivantes, exceto o fato de que eles conseguem destruir a vida um do outro no final. E certamente não tem nenhuma exumação de cadáver na série. O casal principal não atrai muito, e eles realmente dão nos nervos às vezes, principalmente Andrew que parece um bebê chorão.

O personagem do Richard Armitage, John Standring, é um lavrador dolorosamente tímido e retraído, bem diferente do imponente e charmoso Mr. Thornton. Aliás, o Richard está quase irreconhecível com aquele cabelo desgrenhado e roupas de lavrador. Conseguiram o feito de deixar aquele homem maravilhoso parecendo um jeca mesmo. Fico com pena do John, pois ele realmente gosta de Carol, por isso aceita se casar com ela mesmo sabendo que ela ama outro. O final é que me deixou meio… ‘acabou assim?’ Mas como é inspirado em O Morro dos Ventos Uivantes dificilmente poderíamos esperar um final feliz. O IMDB atribui o título em português ‘Tormenta de Amor’ para essa série, mas não sei se algum dia passou na TV aqui no Brasil. Link para baixar: Sparkhouse

P.S. Sabia que lembrava da atriz que faz a Carol, Sarah Smart, mas não conseguia lembrar… Agora caiu a ficha. Coincidência ou não, ela viveu Catherine Linton em O Morro dos Ventos Uivantes de 1998, fazendo par romântico com o nosso maravilhoso Matthew Macfadyen (viram como eu dou um jeito de incluir ele em todos os posts possíveis ? 🙂 )


Ah, aquele quase beijo…

E quem nunca se pegou imaginando o que teria acontecido se o Mr. Darcy tivesse fechado aqueles centímetros de distância e beijado Elizabeth? O momento seria totalmente errado, tinham muitos mal entendidos entre eles, mas era capaz dela esquecer dos ‘infortúnios’ do Wickham rapidinho depois de um beijo do Mr. Darcy. Ou ela daria um tapa nele… 🙂


Enid – 2009

Enid é baseado na história real de Enid Blyton, famosa escritora de livros infantis inglesa. Enid (Helena Bonham Carter) escreveu mais de 800 livros durante a vida, era adorada pelas crianças e tinha uma vida aparentemente perfeita. O filme mostra a história da escritora que o público não conhecia. Quando criança, Enid tinha uma relação próxima com o pai que ela idolatrava, até que ele resolve deixar a família por outra mulher. Ao atingir a idade adulta ela sai de casa para se tornar professora, mas sua ambição é se tornar escritora de livros infantis. Então ela conhece o editor Hugh Pollock (Matthew Macfadyen), e os dois se casam. No início eles tem um casamento feliz, mas depois do nascimento de suas duas filhas, Enid se revela ser uma mãe fria e indiferente às filhas, enquanto dedica toda a sua atenção e carinho aos fãs. Eventualmente, a personalidade dominadora e egoísta de Enid acaba distanciando também o marido, que começa a beber. Enquanto ele está longe na guerra, ela conhece o médico Kenneth Waters e os dois iniciam um caso. Ela pede o divórcio à Hugh e o chantageia, usando as filhas para conseguir o divórcio nos seus termos. Ela e Kennet se casam, e ele é perfeito para ela, pois deixa que ela exerça a força dominante no relacionamento, o que só contribui para que ela se torne ainda mais egoísta. Mesmo com boatos de que ela era uma fraude, que não escrevia seus próprios livros, Enid teve uma carreira de sucesso até sua morte aos 71 anos.

Mais um título que eu posso riscar da minha lista Matthew Macfadyen. Estava dividida se assistia Enid ou começava a assistir Criminal Justice, mas como o último tem cinco horas e é bem barra pesada, resolvi deixar para o fim de semana. Nunca tinha ouvido o nome Enid Blyton até procurar a sinopse desse filme, mas aparentemente ela foi uma escritora de muito sucesso e vende muitos livros até hoje. Se alguém já assistiu Miss Potter, a história de outra famosa escritora de livros infantis, imagine justamente o contrário para Enid. Ela é uma pessoa terrível; não que ela seja cruel e perversa propositalmente, mas sim extremamente egoísta e indiferente aos sentimentos dos outros. Ela carregava o cachorro no colo, mas se recusava a estender o mesmo gesto para a filha de apenas uma semana de idade. Enquanto ela se divertia com seus pequenos fãs, suas filhas eram trancadas no berçário aos cuidados da babá. O marido era tratado com indiferença e desrespeito, o levando ao alcoolismo. Publicamente ela projetava uma imagem perfeita de uma mulher que equilibrava a carreira de escritora de sucesso com o papel de mãe e esposa amorosa, enquanto na realidade a única pessoa importante no mundo dela era ela mesma. Eles dão a entender que ela é dessa maneira por causa do abandono do pai, mas eu acho que ela é meio louca mesmo. Se todo mundo que foi abandonado pelo pai fosse ser assim, o mundo seria ainda pior do que já é. E eu sei do que estou falando nesse caso. Enfim, acho que ela teve o final que mereceu. O Matthew está ótimo, o bigode nem tanto, mas dessa vez sou obrigada a deixar ele de lado um pouco e louvar a atuação de Helena Bonham Carter. Ela foi nomeada ao BAFTA de melhor atriz por sua atuação em Enid. Gosto muito do trabalho dela, apesar de não ser muito chegada nos filmes que ela faz com o marido Tim Burton. Já li muitos elogios para ela em Uma Janela para o Amor (A Room With a View) de 1985, mas ainda não tive a oportunidade de assistir. Link para baixar o filme em avi por torrent  aqui. e as legendas em português aqui.


A volta de Mark Darcy

Ao que tudo indica teremos um Bridget Jones 3. Já tem algum tempo que se falava em mais uma sequência, mas nada havia sido confirmado pela Working Title, inclusive a Renée Zellweger tinha negado que voltaria a interpretar Bridget Jones. Mas agora parece que está tudo certo e ela e Colin Firth estão confirmados no elenco. Quanto ao enredo (que é o que me preocupa), a escritora Helen Fielding ainda não deixou escapar nada já que ainda está escrevendo o terceiro livro, mas que mostraria Bridget chegando aos 40 anos. “Eu vou trabalhar no livro e no filme ao mesmo tempo, mas ainda não sei se eles serão a mesma coisa. Não foi decidido.”

No ano passado, Colin Firth em entrevista à Entertainment Weekly deu sua visão da história: “Posso dizer que Bridget e Mark não podem ter filhos, acho que é assim que acontece. Então ela comete o grande erro de voltar para Daniel Cleaver (Grant) e ficar com ele a tempo de engravidar. E acho que ele termina o romance, e deixa ela encalhada, e adivinha quem volta para resgatá-la?”

Tomara que não seja isso que o Colin comentou, preferia que Daniel Cleaver ficasse de fora dessa vez. Gostaria de ver eles sendo um casal e vivendo as trapalhadas juntos e não separados. Para ser bem sincera estou com um pouco de medo dessa sequência estragar tudo. A maioria dos filmes que são esticados em várias sequências acabam perdendo um pouco do encanto. Mas pelo menos teremos Colin Firth mais uma vez dando vida ao perfeito Mark Darcy.