Sob Uma Luz Diferente – Arquivo completo

Para quem quiser salvar para guardar, estou postando o arquivo dos quatro arquivos compilados. Queria ter avisado antes, mas se alguém tiver sugestões de temas e enredos de fanfics, fiquem à vontade pois as opções são muitas e eu às vezes fico na dúvida sobre qual traduzir. A próxima eu já tenho em mente, mas vai ser curtinha e imprópria para menores!

Sob Uma Luz Diferente – Arquivo completo

 


Sob Uma Luz Diferente – Fanfic – Final

Mais uma fanfic terminada! Fico sempre feliz quando consigo cumprir um prazo. Espero que tenham gostado. Até a próxima! 😉

Clique para ler: Sob Uma Luz Diferente – Final


Sob Uma Luz Diferente – Fanfic – Parte III

Nem demorou tanto dessa vez, não é? Eu sei a tortura que é ler fanfics inacabadas então fiz meu melhor para postar esse capítulo logo. O próximo será o último desta fanfic, e acho que postarei no próximo fim de semana.

Clique para ler: Sob Uma Luz Diferente

 


Sob Uma Luz Diferente – Fanfic – Parte II

Me desculpem pela demora em postar a segunda parte dessa fanfic, mas as distrações tem sido muitas! Provavelmente o resto será postado em mais duas partes. Clique para ler: Sob Uma Luz Diferente – Parte II


Sob Uma Luz Diferente – Fanfic – Parte I

Como eu disse esses dias, eu estou traduzindo uma fanfic um pouco mais longa, mas as coisas não estão progredindo como eu gostaria, então resolvi postar ela em prováveis três partes. Essa fic é inspirada no filme de 2005 (confesso que tenho um fraco por essas), e o enredo é um ‘what if’ do que teria acontecido se o Sr. Bennet tivesse morrido enquanto Elizabeth estava em Kent. Prometo postar a segunda parte até o próximo fim de semana. Uma ótima semana a todos… 😉

Clique para ler: Sob Uma Luz Diferente

 


Num Piscar de Olhos – Fanfic

Essa fanfic me foi enviada por uma visitante do blog, traduzida do espanhol. É bem curtinha, e um fofo final alternativo para o filme de 2005. Clique para ler: Num piscar de olhos


Razão e Sensibilidade – Jane Austen

Razão e Sensibilidade foi meu primeiro contato com Jane Austen, muito antes de saber se quer quem ela era. Me lembro de ter assistido ao filme quando era muito mais nova, e na época não dei muita importância pois coisas de época não eram minha praia. Como a gente muda não é? E R&S foi o segundo livro que eu li logo que descobri Jane Austen, e atualmente a história das irmãs Dashwood seria o terceiro colocado na minha preferência de livros dela. Depois de Anne Elliot de Persuasão, outra heroína com qual me identifico muito é Elinor. Ela é calma, contida, reservada a ponto de passar a impressão de frieza, quando por dentro ela está sofrendo e sentindo tanto quanto a excessivamente romântica e impetuosa Marianne. Aliás, durante grande parte do livro eu tenho vontade de estapear a Marianne, e (podem atirar os tomates), eu acho que ela não merecia o Coronel Brandon. Aliás, um ponto de discussão é exatamente ela ter tido o final feliz dela com ele. O único problema de Razão e Sensibilidade para mim é a falta de atrativos em seu herói (se é que podemos chamá-lo assim) Edward Ferrars. Ele é quase um Edmund Bertram, mas ao contrário dele, Edward ainda possui alguns traços que o redimem. O pior mal dele é um que infelizmente não posso condenar pois possuo também, que é a timidez. O Edward sempre passa a sempre passa a impressão de alguém que nunca está à vontade, que nunca relaxa… “Jamais pretendo ofender, porém sou tão estupidamente tímido que em geral pareço negligente, quando na verdade apenas estou tentando livrar-me de minha natural falta de jeito.” “A timidez é apenas o efeito de um complexo de inferioridade, de um jeito ou de outro. Se pudesse me convencer de que me movimento e ajo com gestos perfeitamente à vontade e elegantes, eu não seria tímido.” Esse é Edward Ferrars. Algo que sempre me passa pela cabeça é que Elinor e o Col. Brandon seriam perfeitos um para o outro. Alguém mais já pensou nisso?

O filme de 1995 é lindo, e conta com um grande elenco como Hugh Grant, Emma Thompson, Kate Winslet e Alan Rickman. Geralmente eu não gosto quando os atores tem uma idade muito diferente do papel que interpretam, mas Emma Thompson me fez esquecer completamente disso interpretando Elinor, que no livro teria 19 anos, aos 36 anos de idade. Hugh Grant com certeza está ótimo como Edward Ferrars, pois eu acho que ele deveria ser estranho mesmo daquele jeito, mas eu gosto muito mais dele interpretando cafajestes e caras engraçados do que mocinhos de época. Quem rouba a cena para mim no filme é Alan Rickman como Col. Brandon é claro.

E igualmente linda é a série de 2008. Dessa vez não tenho como escolher uma adaptação. Como tudo que já assisti até hoje da BBC a série é linda e feita com cuidado de cenários, locações, trajes e elenco. E Dan Stevens como Edward Ferrars conseguiu atrair minha atenção bem mais do que Hugh Grant. E ele e a atriz que interpreta a Elinor tiveram mais química juntos também. Minha única reclamação ficaria na escolha de Willoughby. Fãs do Dominic Cooper não me entendam mal! Eu gostei dele em Mamma Mia e em A Duquesa, mas ele não me convence no papel do charmoso e sedutor Willoughby. Nesse ponto, Greg Wise com certeza me convence muito mais. Aliás, de todos os bad-boys de Jane Austen, talvez ele seria o único capaz de me passar a conversa se eu estivesse em um dos meus momentos de romântica tola à la Marianne Dashwood…

O filme tem para download aqui: Razão e Sensibilidade 1995e a série de 2008 aqui em rmvb: Razão e Sensibilidade 2008. E aqui para baixar em avi por torrent + legenda: Razão e Sensibilidade 2008. . Para quem quiser comprar, o filme é super fácil de achar pois foi relançado recentemente em uma caixa cor de rosa numa edição para colecionadores. E a série é uma das que a LogOn lançou com legendas em português e está à venda nos sites da Livraria Cultura e Saraiva. E há também uma adaptação moderna, Sem Prada Nem Nada, que já postei aqui, e mais uma a ser lançada chamada Scents & Sensibility. O livro tem para baixar no 4shared.


Resoluções de Ano Novo – Fanfic

Depois de ler essa fanfic, estou seriamente considerando sumir de casa por algumas horas na esperança de encontrar um Mr. Darcy me esperando na porta quando eu voltar… Sonha Samanta! Moderna, classificação livre (eu acho 🙂 ) Clique para ler: Resoluções de Ano Novo


Triste é não sentir nada.

A Alegria na Tristeza


“O título desse texto na verdade não é meu, e sim de um poema do uruguaio Mario Benedetti. No original, chama-se “Alegría de la tristeza” e está no livro “La vida ese paréntesis” que, até onde sei, permanece inédito no Brasil.

O poema diz que a gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.

Pode parecer confuso mas é um alento. Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito, matam por um boné, matam para se divertir. Além disso, as pessoas estão sem dinheiro. Quem tem emprego, segura. Quem não tem, procura. Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado. E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música. Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.

Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia. Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro, fazer é uma festa. O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado. Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições. Até parece que sentir não serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. Triste é não sentir nada.”

 Martha Medeiros


O outro final de Persuasão

A primeira vez que li Persuasão foi em um arquivo PDF que achei no 4shared. Até eu comprar o livro  eu não sabia da existência do outro final, escrito anteriormente ao oficial. Eu assisti as duas adaptações de 1995 e 2007  e nas duas havia uma cena em que Frederick, a pedido do Alm. Croft, vai até Anne perguntar sobre os rumores do noivado dela com Mr. Elliot. Fiquei intrigada pois li e reli o livro várias vezes e nunca achei nenhuma passagem que mencionasse esse encontro. Então na minha cópia da editora Martin Claret, fui apresentada ao que eles chamaram de ‘capítulo excluído’, e é dessa parte que foi inspirada a tal cena. Na verdade é apenas um outro final conduzido de uma maneira diferente. Eu, particularmente, gosto mais do oficial, pois não abro mão daquela carta de maneira alguma. Nem todas as edições contém esse capítulo (tenho três e só uma tem), então escaneei para quem tiver interesse de ler. Clique para ler: O outro final.