Sorteio – Livro Persuasão

Como vocês devem ter notado o blog anda meio pobre de atualizações pois a dona dele anda sem inspiração. Mas não foi abandonado! Mês passado cheguei ao número de 200 mil visitas e queria fazer um post especial mas acabou passando em branco. Já estamos em 220.ooo, sinal de que as minhas visitantes fiéis ainda não me abandonaram, então é para vocês esse sorteio.

Linda capa, não é? É uma edição bilíngue capa dura da Landmark. Quem quiser concorrer é só deixar o nome completo e e-mail nos comentários deste post.  O sorteio será no sábado, 29/09/2012.

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Promoção de DVD’s na Saraiva (Séries da BBC)

Pessoal, acabei de ver e passei aqui para divulgar. Tem promoção de DVD’s de séries da BBC na Saraiva. Corram lá para aproveitar. Séries que estavam R$ 49,90 por R$ 19,90 e 29,90!
Razão e Sensibilidade + Mis Austen Regrets R$ 19,90 :
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3437413/bbc-razao-sensibilidade-de-jane-austen-miss-austen-regrets-2-dvds-dvd4/

Cranford por R$ 29,90: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3437455/bbc-cranford-3-dvds-dvd4/

Persuasão por R$ 29,90: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3691202/persuasao-bbc-dvd4/

Jane Eyre por R$ 29,90: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3736019/bbc-jane-eyre-2-dvds-dvd4/

 

 


Anne of The Green Gables – 1985

Anne Shirley é uma menina órfã que passou a infância em casas de estranhos como empregada e em orfanatos, até que é adotada por um casal de irmãos já idosos. Só que houve um engano, já que Matthew e Marilla Cuthbert queriam um menino para ajudar Matthew nas tarefas da fazenda, e não uma menina que não teria serventia para eles. Mas Anne conquista logo de início o coração do quieto e tímido Matthew, que se encanta pela menina inteligente, imaginativa e tagarela. Já a severa Marilla não é conquistada tão facilmente, e chega a ir devolver Anne, mas volta atrás na última hora. Anne logo se adapta a vida com os irmãos e os outros habitantes de Avonlea, e com sua tão sonhada “amiga do peito”, Diana, com quem se mete em alguns problemas, e o colega rival de escola, Gilbert Blyte.

Esse filme é baseado no romance da escritora canadense Lucy Maud Montgomery, publicado em 1908, que já vendeu 50 milhões de cópias e foi traduzido para 20 idiomas. Eu não conhecia ainda, mas quando alguém aqui pelo blog me questionou resolvi assistir e não me decepcionei. Uma história doce, inocente, e que colocou lágrimas nos meus olhos em alguns momentos. Impossível não se encantar pela Anne, assim como o Matthew (achei ele um fofo) e Marilla se encantaram. O toque de romance, ainda que muito, muito inocente, fica por conta do relacionamento de Anne com o colega de escola Gilbert Blyte, que comete o erro de debochar do cabelo ruivo de Anne no primeiro dia de escola, fato que ela leva anos para perdoar. Tudo muito, muito fofo. Eu recomendo! O filme tem mais de 3 horas de duração e vemos a Anne crescer diante dos nossos olhos, de menina a mulher. Pelo que eu li tem sequências, e vou procurar para ver em breve.

Não achei nenhum site em português para download, mas como sempre o torrent me salvou. Apesar de ser de 1985 a qualidade de imagem do torrent é ótima. Então aqui vai o link do torrent: Anne of The Green Gables. As legendas, se você usa o BS Player, o próprio programa procura uma compatível para você (foi o que eu fiz), senão, eu achei também nesse link: Legendas.


Medo de se apaixonar – Fabrício Carpinejar

Gosto muito de ler e compartilhar frases, citações e textos na minha página no facebook, mas este aqui era um pouco longo para postar lá, por isso decidi postar aqui e dividir com vocês. A imagem é do filme O Fabuloso Destino de Amelie Poulain, que tem tudo a ver com esse medo relatado tão bem pelo Fabrício Carpinejar. Para quem ainda não viu Amelie Poulain, está perdendo um filme lindo. 😉

Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada. — Medo de se apaixonar, Fabrício Carpinejar.


Matthew Macfadyen na Premiere de Anna Karenina

Está acontecendo hoje a premiere de Anna Karenina, em Londres. Nosso muso andava meio gordinho, mas ao que parece voltou a antiga forma e está lindão! Lembrando que para nós, pobres brasileiros, a data de estréia do filme é só 01 de Fevereiro de 2013.